A utilização popular de plantas medicinais baseia-se num saber milenar, transmitido ao longo das gerações, e que muitas vezes constituía o único recurso em termos de cuidados médicos, curativos ou preventivos. O saber tradicional e os conhecimentos botânicos das populações constituem fontes inesgotáveis de informação, na maioria das vezes ainda não documentada, e que poderá perder-se devido à renovação de gerações.
A etnobotânica permite avaliar, numa visão pluridisciplinar, a relação entre o Homem e as plantas, contribuindo quer para a continuação da herança cultural dos povos, quer para a descoberta de novos compostos ou diferentes utilizações dos produtos derivados de plantas (Agelet e Vallès, 2003). As propriedades terapêuticas mais referenciadas são os efeitos diurético, antiasténico e como vulnerário.
https://bdigital.ufp.pt/dspace/bitstream/10284/942/3/226-235.pdf
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